Primeira prova exclusiva para elite feminina no IRONMAN Brasil
O Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Florianópolis marcará um momento histórico ao apresentar, pela primeira vez no Brasil, uma prova com pelotão profissional composto apenas por mulheres. A largada ocorrerá neste domingo (18 de outubro), às 5h45, em Jurerê Internacional. Na véspera do evento, uma coletiva de imprensa reuniu atletas de destaque como as brasileiras Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes e Mikelle Coelho, além das francesas Léa Riccoboni e Julie Iemmolo, que compartilharam suas impressões sobre o impacto dessa novidade e suas estratégias para o desafio.
Perspectivas das atletas sobre a prova exclusiva para mulheres
O percurso da competição inclui 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida. Djenyfer Arnold, medalhista pan-americana, representante brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e bicampeã do IRONMAN 70.3 Brasília (2025 e 2026), ressaltou o valor simbólico da prova. “É a primeira vez que competirei em um pelotão exclusivamente feminino, o que considero muito relevante para a visibilidade das atletas de elite”, comentou.
Vittoria Lopes, que representou o Brasil nos Jogos de Tóquio 2020 e Paris 2024, destacou que já participou de um evento similar no ano passado em Happy Valley. Para ela, o formato amplia a exposição das profissionais, embora reconheça os atrativos das provas mistas. Em 2025, Vittoria foi vice-campeã do IRONMAN 70.3 Florianópolis Latin America Championship e vencedora do IRONMAN 70.3 Sergipe.
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Fonte: rjnoar.com.br
Julie Iemmolo, da França, apontou que o formato exclusivo pode trazer mais visibilidade e uma dinâmica diferenciada, sobretudo na etapa de ciclismo, onde as competidoras permanecem mais tempo em evidência. Mikelle Coelho, que debutou no circuito profissional em 2025 e conquistou o terceiro lugar na etapa de Aracaju, aprovou a experiência após ter participado de uma prova só feminina em Cascais, Portugal. Já Léa Riccoboni vê a prova como uma oportunidade única para competir em um pelotão profissional feminino e destaca a estrutura dedicada que valoriza ainda mais a participação das atletas.
Estratégias para a competição e impacto no trânsito local
Com um trajeto de ciclismo considerado rápido, a definição da prova pode ocorrer nos 90 km de bicicleta antes da corrida de 21,1 km. Julie Iemmolo conhece o percurso, mas pretende avaliar as condições durante a prova antes de definir sua tática, ressaltando a velocidade do trajeto.
Vittoria Lopes acredita que a natação abrirá diferenças pequenas entre as favoritas, tornando o ciclismo e a corrida decisivos para o resultado. Djenyfer Arnold observa que a presença de Julie pode alterar a dinâmica da disputa, dada a habilidade da francesa em ganhar posições nas etapas seguintes. Para Djenyfer, a natação é essencial para o posicionamento inicial, enquanto o ciclismo deve equilibrar a disputa para a corrida final.
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Fonte: ctbanews.com.br
Quem estiver no Norte da Ilha no domingo deve ficar atento às mudanças no trânsito devido ao evento. A transmissão ao vivo da prova será feita pela CBN Floripa e Atlântida FM diretamente de Jurerê.
O evento é organizado pela Unlimited Sports e conta com patrocínio do Governo do Estado de Santa Catarina, Prefeitura de Florianópolis e Fundação Catarinense de Esporte, entre outros parceiros. Mais detalhes podem ser conferidos em ironmanbrasil.com.br.

